9 de fevereiro de 2015
2 de fevereiro de 2015
Coisas chatas de uma relação.
De quando em vez e geralmente quando vem à conversa a duração do meu relacionamento, há sempre alguém que se admira muitíssimo com isso e me questiona como é que consigo. Epá, nem eu sei! É que existem coisas mesmo chatas nas relações longas. Pasmem-se! Descobri a pólvora. Ainda ninguém devia ter noção disto.
Mas é mesmo verdade minhas amigas, há coisas pralá de chatas na realidade.
Hoje é o derradeiro dia em que decido partilhar isto com o mundo, em que me sinto perdida e extremamente tentada em voltar a fazer parte do clube das solteiras. E porquê perguntam vocês.
Porque ao final destes anos todos eu esgotei a minha criatividade em presentes. Não dá mais para surpreender. Estou oficialmente pronta para desistir. É o primeiro ano em que não faço a mínima ideia do que lhe oferecer no dia de aniversário. Acho sinceramente que a esta altura do campeonato, mais facilmente arranjava um namorado novo do que conseguiria ter uma ideia brilhante sobre um presente totalmente inesperado e surpreendente.
Tentei várias vezes saber indirectamente o que é que quer/precisa, fiz interrogatório aos amigos, estive ultra atenta aos comentários dele, mas f*da-se porque é que os homens nunca querem nada? É tão mais fácil comprar presentes para as mulheres.
Ele diz que não, que eu quero 10 coisas diferentes e que ele fica perdido ali no meio das 10. Eu adorava ter 10 opções recomendadas por ele e depois fazia a parte gira... escolher a que mais gosto. Mas como é que ainda dizem que nós é que somos complicadas?
Se continuar assim armo-me em tia-avó com falta de originalidade e recebe umas meias de lã com um envelope lá dentro.
31 de janeiro de 2015
A classic with a twist | OOTD
Para este conjunto quis mostrar-vos algo um pouco mais outside of the box, diferente daquilo que uso normalmente e tentar mostrar que podemos perfeitamente juntar peças improváveis, cores, padrões e acessórios tendência.
Este outfit serve também para mostrar que nem todas as "regras" têm que ser obedecidas cegamente e que a piada muitas as vezes, está precisamente, em quebrar essas mesmas regras.Não temos que ceder a todas as tendências - nem pensar! - mas se gostamos particularmente de uma que nos dizem constantemente que não se adequa a nós, nada melhor que tentar perceber primeiro se conseguimos fazer com que resulte, ou não.
Acho que nunca tinha experimentado umas botas de cano alto. Sou sempre adepta de ankle boots porque tenho noção de que é aquilo que mais facilmente favorece a minha estatura. Mas apeteceu-me dar uma oportunidade a botas altas e quando experimentei estas high knee boots percebi que de facto, conseguiria fazer com que resultassem (sintam-se à vontade para me chamar de novo à realidade!).
Não são, de todo, as botas que mais utilizo, nem serão as que se adequam a tudo o que visto diariamente, mas são um acessório que muda totalmente um coordenado. E eu gosto disso!
Para não cair no risco de ficar vulgar, optei por um vestido A line, que apesar de curto não enfatiza as curvas do corpo, utilizei umas meias semi-opacas e finalizei com uma clutch fúschia para dar um apontamento de cor. E porque sinceramente, adoro a junção entre padrões monocromáticos e uma cor berrante. Hope u like it!
Uma vez mais, um obrigada gigante ao Rodrigo, pelas fotografias, pela paciência, pela makeup, pela amizade e por tudo o resto. Esta foi a primeira parceria entre os dois para produzir posts para os respectivos blogs, mas tenho a certeza de que não será a última. É sempre um gosto trabalhar passar tempo e divertir-me com ele a fazer algo que nos dá um prazer imenso. Visitem o THE INSIDER para verem fotografias da minha autoria e looks masculinos criados por ele.
(E o jeito que me dava tê-lo em casa todos os dias pela manhã para ficar assim!)
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