20 de abril de 2014

As inspirações da Micaela Oliveira

Se há coisa que eu gosto é de pessoas criativas, que criam de forma totalmente natural e instintiva. Também dou o devido valor a quem se inspira em criações já existentes mas  que conseguem dar aquele cunho pessoal que distingue a peça, apesar da inspiração. Já vi tantas peças - especialmente quando o assunto é fast vs high fashion - que apesar da clara inspiração, tem diferenças notórias entre o original, original esse que alguém criou num dia iluminado! Mas aquilo que eu gosto mesmo é de pessoas sem vergonha na cara para copiar. É que é preciso ter uma panóplia de aptidões para o fazer. É preciso ter olho clínico, é preciso conseguir perceber o tecido que melhor se adapta aquele vestido, as aplicações a utilizar, e por aí fora. 
E olhem que para quem não tem muita noção do que se faz lá fora, é bem capaz de achar que se faz do melhorzinho aqui em território nacional, basta avaliar pelos vestidecos que a Tininha enverga... Ele é vestidos tipo Zac Posen (exemplo 1), ele é vestidos tipo Zuhair Murad (exemplo 2), ele é exemplos tipo Valentino, Dior e mais uns quantos.
Eu só precisei de ir pesquisar os dois últimos vestidos que a apresentadora utilizou no programa de Domingo à noite para corroborar a minha teoria. Acho que é de caras! E isto envergonha-me. E se me envergonha a mim que ainda estou a estudar e ainda não passo de uma aspirante a designer de moda, nem quero pensar nos designers de renome que existem por esse Portugal fora. Mais triste é esta ser uma das "estilistas" mais aclamadas pelo público, como se fosse um pequeno génio que cria e recria de forma apaixonante e avassaladora! E pronto, é daquelas coisas que me tira do sério. E podem vir com mil e uma desculpas que não vale a pena. Eu abomino tudo o que for assinado por MC, e só tenho pena que o que se faz por cá não tenha quase repercussão nenhuma no mercado internacional, porque senão era ver a Micas a ser processada por crimes contra a propriedade intelectual e roubo de direitos de autor. E aí sim, é que eu me ia rir.




19 de abril de 2014

Nota para o meu Eu do futuro:

Quando tens 200 páginas para estudar, mais 3 casos práticos de tendências para analisar e uma reflexão de 2 mil palavras para escrever vê lá se te lembras que não é lá muito boa ideia comer que nem uma lontra ao almoço, porque a probabilidade de ficares com a maior moleza e preguiça à face da terra é praí de.... 100%!!!
Já agora, vê se pedes a alguém para esconder os ovinhos, os coelhinhos e tudo o que for de chocolate, porque isso de ajudar a aumentar a concentração é treta, o que aumenta é essa tua barriga que parece que tá grávida de 3 meses.

Com amor, Eu.




18 de abril de 2014

We'll always have Paris #3

Versailles é o melhor - e também, o maior - exemplo do que significava o Absolutismo. Erguido por Luis XIV com o intuito de mostrar a sua grandiosidade, opulência e luxo, esta obra é sinónimo de extravagância.
Depois de ter estudado História da Arte, confesso que este era um dos locais que mais me impressionava, especialmente porque adoro Arte Barroca. Ter estado lá, poder ver a imponência do edifício e observar meticulosamente vários pormenores, do interior e exterior, só aguçou ainda mais a minha adoração por este estilo. Ficam as fotografias, que dispensam explicações, porque a beleza fala por si.